( De longe, vejo... )

De longe, vejo
teus olhos em meio
a neve
Logo sedas avermelhadas
soltam-se
como se fossem
plumas...
Caem, sangram

respingam na
menina o tempo
que não volta mais.

Viviane Marconato

1 comentários:

Vieira Calado said...

Aqui está um poema simples, mas airoso.
Cumprimentos.